As potências e a Síria: atacar primeiro, apurar depois

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas insistiu hoje que a missão de inspecção da ONU ainda não tem resultados que confirmem as imputações de uso de armas químicas pelas Forças Armadas da Síria. 
Mas os Estados Unidos e a Grã-Bretanha afirmam ter já "provas credíveis" para justificar a agressão internacional a um país soberano. 
A pressa em atacar justifica tudo, até a falta de memória. E o Iraque ali tão perto...
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