Marega também joga na Palestina e na Venezuela e no Iémen…
Há uma semana, um jogador de
futebol, Moussa Marega de seu nome, abandonou um importante jogo em protesto
contra os insuportáveis insultos racistas com que uma horda de adeptos da
equipa adversária o visava desde o início do aquecimento antes da partida.
O caso deu brado, no país e no estrangeiro, impulsionado pela indignação de inúmeros cidadãos e da própria Imprensa, que se multiplicou em comentários e editoriais, além de primeiras páginas comprometidas e interpeladoras, convergindo na inequívoca condenação do comportamento indigno e intolerável dos espectadores.
O “incidente” convocou também debates de naturezas várias, sobretudo nos media, acerca de como conter a onda de racismo e de xenofobia que se apropria do território desportivo e do espaço público em geral, já com afloramentos visíveis e violentos, inclusivamente por parte de elementos de forças policiais, isto é, trazendo ostensivamente à luz do dia o que parecia apenas larvar – e já não era pouco.
Não tardou a contra-respost…
O caso deu brado, no país e no estrangeiro, impulsionado pela indignação de inúmeros cidadãos e da própria Imprensa, que se multiplicou em comentários e editoriais, além de primeiras páginas comprometidas e interpeladoras, convergindo na inequívoca condenação do comportamento indigno e intolerável dos espectadores.
O “incidente” convocou também debates de naturezas várias, sobretudo nos media, acerca de como conter a onda de racismo e de xenofobia que se apropria do território desportivo e do espaço público em geral, já com afloramentos visíveis e violentos, inclusivamente por parte de elementos de forças policiais, isto é, trazendo ostensivamente à luz do dia o que parecia apenas larvar – e já não era pouco.
Não tardou a contra-respost…