Também sou JN

Apesar de legalmente impedido, pelas circunstâncias que são do domínio público, também "sou JN". A luta em curso na Global Media Group, assim como a expressão de solidariedade para com os que, sendo chamados colaboradores, também são trabalhadores e têm direito ao salário, traduzida na recolha de fundos para o assegurar, são um exemplo de empenho, dedicação e coragem que os jornalistas portugueses devem ter bem presente. Trata-se de uma luta e de um processo que, infelizmente, estão para durar e que exigem ânimo redobrado. A Administração não pode continuar a ameaçar com a falência do grupo nem com com a extinção do JN e das restantes publicações. E os accionistas têm de assumir as suas responsabilidades, pelo tempo presente e pelo futuro do grupo, mas também pelo passado. Não deixa de ser singular que, na mesmíssima entrevista em que comentou a intenção de livrar-se de 200 trabalhadores (sem explicar como será possível fazer o JN e as restantes publicações e a TSF), o presi...