Quando os media se confundem com os verdugos
À eventual consideração do juízo ético dos editores das televisões: Não seria de ponderar muito bem não transmitir de todo, muito menos em directo, as imagens gratuitamente humilhantes da descida de um chefe de Estado, algemado e acorrentado, das escadas de um avião dos seus raptores?
E, ainda, que reflexão retêm dos exemplos macabros e deontologicamente discutíveis da exibição das execuções de Sadam e de Kadhafi?
