Venezuela: Governo português despreza o direito internacional

Portanto, para o Governo português, "há quem diga" que o ataque armado à Venezuela violou o direito internacional, mas - e lá vem a adversativa - "pode ter sido benigno" para depor "um presidente ilegítimo" que, esclareceu o MNE, "não pode ser reposto".
Portanto, venha de lá um "governo de transição". E vão às malvas as regras que impedem a ingerência estrangeira, ainda por cima armada e com o sequestro absolutamente ilegítimo de um chefe de Estado, mesmo para resolver diferendos internos.
Não há um pingo de condenação por estes actos ilegais à luz do direito internacional e contra a soberania e a autonomia da Venezuela.

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