Portugal e a Catalunha


Estou a pensar, matutando ainda no comunicado oficial do Governo português de ontem sobre a "declaração unilateral de independência no Parlamento da Catalunha", nas declarações, sobre o mesmo assunto, do ministro dos Negócios Estrangeiros e do primeiro-ministro, bem como na breve nota oficial, também de ontem, do Presidente da República, por que razões Marcelo Rebelo de Sousa telefonou a Filipe de Bourbon, "em nome da fraternidade entre os dois países e do respeito pelo Estado de Direito".
Quanto mais penso, mais receio que o gesto tenha, se não a ressonância de uma vassalagem inadmissível, o significado de deferência e de cumplicidade excessivas.

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