Comunicação social: Liberdade Condicionada?


A Associação Conquistas da Revolução (ACR) tem vindo a prestar um inestimável serviço público de memória, contribuindo de forma decisiva - e mesmo heróica! - para o que aconteceu de avanços alcançados com a Revolução proporcionada pelo 25 de Abril não fique soterrado no esquecimento que querem impor-nos nem, muito menos, deslavado no esforço de branqueamento em que se tem empenhado o sistema de ideias dominante.

É urgente ter presente que a liberdade de imprensa é uma das mais importantes e, sobretudo, é uma decisiva aquisição da Revolução de Abril. Mas, face à intensa, prolongada e dura batalha ideológica que desde então se vem travando, aliás com armas e meios profundamente desiguais, não podemos esquecer que, na realidade, esse conquista é uma planta sensível, que é necessário cuidar com carinho.

Sou testemunha privilegiada de que a ACR tem cuidado dessa planta com uma atenção que não conheço a nenhuma outra organização. 

É por isso - ou também por isso - que aceitei, com muito orgulho, o honroso convite para participar, no próximo dia 29, às 18 horas, na Universidade Popular do Porto (UPP), à Rua da Boavista (junto ao antigo Hospital de Maria Pia), na segunda sessão do novo ciclo de conferências - Portugal de Abril - Os primeiros 50 anos - desta vez sob o tema "Comunicação social: Liberdade Condicionada?".

Participam também, para meu enorme privilégio, Luís Miguel Loureiro, Joana Ascensão e Joana Filol. A moderação será feita pelo coordenador do Núcleo do Porto da ACR, Jorge Sarabando. 

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