Aspecto parcial do artigo que assino hoje no "Jornal de Notícias" Conheci pessoalmente Agustina Bessa-Luís na ressaca das eleições presidenciais de 1986, nas quais estivéramos em campos opostos: a escritora, como mandatária de Diogo Freitas do Amaral, o candidato da Direita; eu, como apoiante anónimo de Salgado Zenha, primeiro, e modesto contribuidor, depois, para o derradeiro tempo de antena que, creio ainda hoje, foi decisivo para a vitória de Mário Soares na segunda volta (12 de Fevereiro).