domingo, 7 de agosto de 2016

Atitude HCESAR



Estou a pensar na eventualidade de estar a manter uma atitude excessivamente analógica, quando proponho alguma reflexão sobre os riscos de o jornalismo instantâneo, impulsionado pelo ritmo twitter, tornar os jornalistas reféns das redes sociais e arrumar de vez com a sua função mediadora. Nessa altura, será outra coisa, mas não poderá chamar-se Jornalismo. Suponho.
Esse jornalismo de vertigem alimenta-se, e alimenta, a alta velocidade, de inúmeras informações parcelares, não confirmadas, de meias-verdades, de insinuações e rumores. Por muito que corrija, lá para diante, os erros, não consegue evitar que sejam aqueles a permanecer na memória dos internautas acríticos, ou simplesmente apressados.

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