Por lamentável dose de inépcia que ainda mantenho no manejo do “Facebook”, apaguei, há poucas horas, no meu perfil pessoal, um comentário que fizera, ao início da tarde, à notícia que tem dado brado nas redes sociais, relativa à forma como José Rodrigues dos Santos lançou uma peça no “Telejornal” de quarta-feira sobre o eleito deputado mais velho , comentário esse que eu pretendia editar, actualizando-o. Nele, escrevi (recupero de memória) que não resistia a comentar o incidente deste modo: um jornalista que se gaba de ser tão independente (politicamente) que nem sequer vota descaíra para uma graçola homofóbica e de péssimo gosto que é, em sim mesma, um acto profundamente político. Tendo lido as justificações dadas pelo próprio ao JN, as explicações da Direcção de Informação da RTP e algumas achegas para o aceso debate nas redes sociais sobre o tema, e tendo também revisto com cuidado, várias vezes, o momento – infeliz? – objecto das críticas, aguardei o anunciado texto de esc...