Estivemos na primeira linha das lutas dos jornalistas. Defendemos os direitos ao trabalho, à carreira e ao descanso e estivemos cont ra a precariedade. Batemo-nos pelo acesso à informação e pela protecção do sigilo profissional. Demos a cara. Estivemos onde foi necessário – nas empresas, na Assembleia da República, nos ministérios, na Autoridade para as Condições de Trabalho e nos tribunais. E nas ruas – pelos jornalistas e pelos trabalhadores. Podemos fazer mais e melhor? Devemos. É por isso que alguns de nós, membros dos órgãos cessantes, pedimos novamente a confiança dos sócios. Porque a situação do sector, o agravamento das condições contratuais e de trabalho e o futuro do Sindicato exigem um esforço renovado. Vem também gente nova, olhares, sentires e experiências diferentes, ideias e propostas diversas. E genuína capacidade crítica, disponível para a militância sindical. Esta malta não empresta o nome; oferece a sua imensa generosidade. Só posso orgulhar-me de ...