Se um professor catedrático diz isto
que posso dizer eu, que sou um modesto prático do Jornalismo e um sindicalista recalcitrante, a não ser que recuso e eufemização do despedimento de 15 jornalistas no "Expresso" e da "Cosmopolitan"?
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"A Rede é o sistema nervoso da nossa revolução, como o telégrafo o foi para a revolução russa. A rede proporciona um novo tipo de unidade instantânea e global. E unidos venceremos. Não podemos perder a batalha: somos muitos mais e melhores." Carlo Fabreti, Contra el império
"Ce lundi 08 novembre 2010, à l’aube, l'armée marocaine assistée par des hélicoptères a organisé un assaut violent pour démanteler le campement en utilisant les bombes lacrymogènes et les lanceurs d’eau chaude. C’était un massacre de la population civile sahraouie qui avait eu lieu. Des centaines de civils sahraouis ont été sauvagement tabassés. Des centaines de blessés, et les blessés par balles sont nombreux. Des centaines ont été arrêtés ; et des dizaines sont disparus, ou peut être décèdes!"
(...) E, mais próximo no tempo, apareceu uma terceira patologia, decorrente das mega-empresas multimédia: o jornalismo sinergético, nome mais tecnocrático para o velho e relho jornalismo do patrão, como contraposição ao jornalismo dos jornalistas.
E o que é o jornalismo sinergético - ou sinérgico, se preferirem? Sinergia, amigos!, essa é a palavra de ordem multimédia: é a estratégia de fazer repercutir, em vários média, o que é produzido por um deles. Numa primeira fase, pareceu simpático - afora o discreto surripiar dos direitos de autor... Tratava-se de aumentar a dimensão da mensagem jornalística. Mas bem depressa se percebeu que a ideia dos proprietários tinha pouco a ver com tal filantropia cultural. Não. O que se pretende, essencialmente, é mobilizar o poder de credibilidade da estrutura jornalística para promover os produtos de entretenimento que, por sua vez, são os melhores caçadores de receitas publicitárias.
As casas económicas foram uma iniciativa habitacional que visava o controlo e alargamento da massa de apoiantes do regime autoritário, através da entrega de casas a famílias nucleares, pela concessão da propriedade dos imóveis, que compreendiam uma vivenda unifamiliar, com quintal e logradouro. No Porto foram construídos 12 bairros de casas económicas, entre 1935 e 1965, facilmente identificáveis na paisagem urbana graças à aplicação de um estilo arquitectónico que ficou conhecido por “casa portuguesa”.