É pena que o pivô tenha deixado de dizer já nos idos de Julho. Mas, para que se saiba que dizia de uma forma diferente e inteligente o que não pode deixar de ser dito, aqui fica mais uma recomendação na minha muito incompleta lista de outras naves. Vale pelo que já lá está dito; e vale pelo muito que, espero, virá a dizer.
Mostrar mensagens com a etiqueta Outras naves. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Outras naves. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Associação José Afonso
Um lugar de memórias, cantigas e não só é o que é o sítio da Associação José Afonso. Uma das minhas naves. Passa a figurar ao lado.
Etiquetas:
Outras naves
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O tempo das cerejas
Estou entre as 100 mil pessoas diferentes que visitam O Tempo das Cerejas do Vítor Dias. E recomendo.
Etiquetas:
Outras naves
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Cantigueiro
Se a cantiga é uma arma, a blogsfera pode ser uma trincheira. No Cantigueiro, há um combate do Samuel que não cessa. Recomendo.
Etiquetas:
Outras naves
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A devida comédia
A Devida Comédia do Miguel Carvalho frequenta bons sítios e inquieta-se com eles, com pessoas, com factos e com ideias. Recomendo, ao lado, nas minhas naves.
Etiquetas:
Outras naves
domingo, 10 de janeiro de 2010
Caminhos da memória
Para que a memória não se apague, usemos este atalho - Caminhos da Memória.
Etiquetas:
Outras naves
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Escrita em dia
Nem sempre posso, que o tempo não chega para tudo. Mas, de vez em quando, mato saudades da irreverência ácida do Carlos Narciso - aqui. E recomendo, claro.
Etiquetas:
Outras naves
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Dias imperfeitos
Recomendo e afixo ao lado, no rol de outras naves, o Dias Imperfeitos.
Etiquetas:
Outras naves
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Almanaque Republicano
Em ano centenário, uma nave recomendável: Almanaque Republicano.
Etiquetas:
Outras naves
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
O silêncio dos media e a memória nas redacções
Leio, atrasado, uma interessante (e muito importante) reflexão do Professor Manuel Pinto sobre o silêncio dos media que arreda do espaço público vozes que seria importante ouvir, pessoas que seria muito gratificante conhecer, testemunhos que nos enriqueceriam, factos que permitiriam ponderar o Mundo de outras maneiras.
Anoto os exemplos que aponta, concordando aliás que "nem são dos mais sintomáticos", e destaco a morte do advogado portuense Rui Polónio Sampaio, que serve para equacionar e possibilidade de ensaiar hipóteses de resposta à pertinente pergunta de Manuel Pinto ("Ninguém deu conta; ninguém achou importante. Meros critérios editoriais? Generalizados?"), justamente porque se trata de uma personalidade bem conhecida de muitos jornalistas, especialmente do Porto.
Sendo "do tempo" em que o conhecimento do falecimento de uma personalidade destas geraria o natural impulso para a notícia, até com pretexto para conversa de Redacção sobre a memória de episódios e feitos que cada um viveu mais ou menos de perto com ela, não arrisco pronunciar-me em definitivo sobre as causas - sim, seguramente não haverá apenas uma... - da omissão mediática. Mas poderia avançar uma hipótese. Por exemplo: a erosão da memória nas redacções e fora delas.
A erosão da memória colectiva das redacções não resulta apenas da intensa juvenilização da classe observada especialmente na última década, pois é uma consequência muito evidente da significativa sangria (despedimentos, rescisões mais ou menos de mútuo acordo, etc.) de jornalistas mais velhos, isto é, com memória - que é o atributo individual que mais conta para o caso - e por isso capazes de aferir imediatamente da importância de notícias envolvendo personalidades que conheceram mais ou menos de perto.
Isto, na eventualidade de a notícia ter chegado às redacções. Porque a informação sobre o falecimento do Dr. Rui Polónio Sampaio pode não ter chegado, de facto, às redacções. Por falta de iniciativa de quem poderia fazê-la chegar; ou porque quem poderia fazê-lo já não conhece ninguém nas redacções - o que também tem a ver com a perda de memória, com a perda de referências e com a consequente ruptura entre a realidade acontecida e a realidade percepcionada...
Aproveito para fazer a sugestão diária para Outras naves: o blogue colectivo do Projecto Mediascópio, da Universidade do Minho, Jornalismo e Comunicação, cuja visita revigorante recomendo.
Etiquetas:
Jornalismo,
Outras naves
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Teatro Anatómico
A acidez contida com que o jornalista e escritor M. Jorge Marmelo disseca o quotidiano, nas mais miúdas notícias e na observação das coisas e das pessoas, pode ser sorvida no seu Teatro Anatómico.
Etiquetas:
Outras naves
domingo, 3 de janeiro de 2010
Em defesa de uma Rede livre
Autores e juristas espanhóis lançaram um importante manifesto em defesa de uma Rede livre também dos interesses económico-financeiros. Transcrevo três significativos trechos:
En el actual orden mundial, las propiedades intelectual e industrial se han convertido en un instrumento de acumulación de capital más eficaz que ninguna industria o comercio.
La explotación del derecho de autor, lejos de responder a su teórico objetivo, el sustento de los creadores, se ha utilizado como elemento de dominación, como arma al servicio de la casta cultural más acomodaticia con el sistema establecido.
Aproveito para sugerir a visita ao sítio do jornalista Pascual Serrano, voz que importa ler sobre Jornalismo e outras andanças, e que por isso junto às minhas "Outras naves" na coluna à direita.(...) Defendemos la democratización de la cultura porque la creación la hacen las colectividades a través de determinados individuos y no al revés, como se suele pensar. (...) La cultura libre debe estar inserta en un movimiento colectivo que vaya más allá de las rentas de un tipo u otro de empresario. Son muchos los creadores que se definen como trabajadores de la cultura y aspiran a una remuneración que les permita mantenerse y no a seguir ganando más allá del esfuerzo realizado. El problema no radica en cómo seguir cobrando derechos, sino en la manera de hacer que las contribuciones intelectuales, artísticas o científicas pertenezcan realmente a toda la sociedad y no sólo a quienes tienen el privilegio de explotarlas.
Etiquetas:
Causas,
Jornalismo,
Outras naves
sábado, 2 de janeiro de 2010
Dias desenhados
Dias e lugares desenhados, com reflexões pertinentes do Eduardo Salavisa no Desenhador do Quotidiano.
Etiquetas:
Outras naves
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Via Dupla
A imagem do cabeçalho deste blogue é um fragmento, escolhido e "tratado" por mim, de uma fotografia do João Paulo Coutinho, que, na sua enorme generosidade, autorizou-me a usá-la para este fim.
O J. Paulo Coutinho é um grande fotojornalista que tão pouco aproveitado tem sido e um repórter de rara sensibilidade. Com esta menção, inauguro as referências à construção da lista de blogues "Outras Naves" colocada à direita.
Com um enorme gosto, a minha primeira sugestão de navegação vai para o blogue Via Dupla. Com pena de que não seja mais actualizado.
O J. Paulo Coutinho é um grande fotojornalista que tão pouco aproveitado tem sido e um repórter de rara sensibilidade. Com esta menção, inauguro as referências à construção da lista de blogues "Outras Naves" colocada à direita.
Com um enorme gosto, a minha primeira sugestão de navegação vai para o blogue Via Dupla. Com pena de que não seja mais actualizado.
Etiquetas:
Avisos,
Outras naves
Subscrever:
Mensagens (Atom)